Permaneço na terrível barreira do limite a ser quem sou, não ajo, pois agir implicaria numa série de acusações das quais os dedos apontariam a mim. Nem triste, tampouco feliz, porém sozinha. Devolva-me o meu eu, pois necessito dele para viver, sobreviver tem se tornado torturante. Lembranças infantis, apenas lembranças infantis. Dentro duma estrada que não escolhi, afinal quem em sã consciência escolheria o lado avesso da vida?
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