segunda-feira, 8 de abril de 2013

A Revolução dos Bichos - Resumo


A Revolução dos Bichos, do escritor George Orwell, socialista democrático, publicado em 1945, fazendo uma sátira à União Soviética.


 Tudo acontece na Granja Solar, que de início era dirigida pelo senhor Jones, entretanto Jones sofria com o alcoolismo e por esse motivo se esquecia muitas vezes de alimentar os animais, além de faze-los trabalharem em excesso.
 O velho Major era um porco inteligente, e chegando a velhice decidiu contar aos demais animais um sonho de revolução que traria a igualdade aos mesmos. Na reunião ele discursa sobre a opressão sofrida pelos animais e estimula o extinto de revolução com base no Animalismo. O Velho Major estabelece então algumas regras que deverão ser seguidas para que a revolução aconteça, e essas regras são: 
1. O que andar sobre duas pernas é inimigo.
2. O que andar sobre quatro pernas, ou que tiver asas, é amigo.
3. Nenhum animal vestirá roupas.
                                                        4. Nenhum animal dormirá em uma cama.
                                                        5. Nenhum animal beberá álcool.
                                                        6. Nenhum animal poderá matar outro.
                                                       7. Todos os animais são iguais.
 Após as regras serem ditas, o Major ensina aos bichos o hino da revolução, uma canção chamada Bichos da Inglaterra.  Alguns dias depois o velho Major falece, e sua vontade é levada a diante por dois porcos: Napoleão e Bola-de-neve.  Cansados da exploração sofrida pelos humanos, os animais decidem expulsa-los da fazenda e a partir desse momento passam a liderar a granja que passa a se chamar Granja dos Bichos.
 Bola-de-neve seguia os princípios do Animalismo, e apesar de ser mais inteligente, sempre se considerou igual aos demais animais. Bola-de-neve inicia um projeto para construção de um moinho, mas Napoleão se opõe a ele. Napoleão tinha uma ânsia muito grande pelo poder, e dessa forma traiu Bola-de-Neve, dizendo que o projeto do moinho era dele, e havia sido roubado pelo outro que acabou sendo expulso da Granja, e assim Napoleão assume a liderança. Sansão, o cavalo, trabalha com muito vigor para o projeto. A princípio Napoleão era um bom líder, e administrava a Granja dos Bichos muito bem, entretanto passado algum tempo ele começa a desrespeitar as regras do Animalismo. Com a ajuda do porco Garganta, servil e inteligente, que convence os demais animais de que tudo que estava ocorrendo era para o bem deles, Napoleão instala um regime ditatorial, dominando os demais animais, e considerando-os seres inferiores.
 Nesse tempo o inverno chega, e as coisas começam a ficar complicadas na Granja. O moinho de vento finalmente fica pronto, porém ao amanhecer os animais encontram o moinho destruído. Começam a suspeita de que Bola-de-Neve invadiu a granja enquanto os animais dormiam e o destruiu. Napoleão começa a fazer negócios com os humanos, o que assusta os demais animais, porém eles acabam aceitando a ideia, e Sansão mais uma vez solta o seu lema “Napoleão tem sempre razão”.
 Com a destruição do moinho, outro precisa ser construído em seu lugar, e Sansão assume o serviço. Porém, o cavalo já velho e cansado não dá conta do serviço e acaba adoecendo. Napoleão diz aos demais que o amigo Sansão será levado ao hospital e receberá os melhores cuidados, porém Benjamim, o burro, notou que na carroça que levava Sansão estava escrito “Matadouro de cavalos”, e logo os animais começaram a gritar para que Sansão saísse dali, porém já era tarde demais. No mesmo dia Napoleão deu a explicação de que a carroça pertencia antes a um matadouro, mas que agora pertencia a um hospital e que Sansão ficaria bem. Porém não foi o que aconteceu, e dias depois os bichos receberam a notícia da morte do amigo.
O porco passa a morar na casa de Jones, abusa de álcool, dorme em camas, veste roupas, anda sobre duas pernas e convive com seres humanos.  Enquanto os animais trabalham arduamente, os porcos modificam os mandamentos, e quem percebe isso é Quitéria, uma égua sábia, e o sétimo mandamento passa a ser “Todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais que os outros".
 Em uma noite altas risadas vinham da casa, e os animais se encheram de curiosidade para saber o que acontecia lá dentro, então foram todos em silêncio observar pela janela, e avistaram os porcos reunidos a mesa jogando e bebendo cerveja com os humanos, e naquele momento não se era possível distinguir o que era porco e o que era homem.

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